Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 17 846 notas | reblog this post
(originally dose-de-poesia / via esquematizar)
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Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário?
O Teorema Katherine  (via allaxg)
Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 2 077 notas | reblog this post
(originally allaxg / via allaxg)
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Não dá pra negar que a gente continua complexo. Opostos, ou até pior, eu diria. Se tivesse alguma coisa pior que ser oposto de alguém, Stubb, isso seria exatamente o que a gente é. Você finge que não vê e age como se não ligasse pra esse nosso lado ruim. Que ocupa até a parte do nosso lado bom. Mas você explode, perde a cabeça, não se aguenta. Reclama da minha teimosia, do meu tom de voz. Porque você ainda me pira e me desmonta inteira. Me faz por a armadura de menina durona, e com um sopro derruba ela. Reclama quando eu aponto os seus erros, mas você se esquece que é feito deles. E eu preciso apontar pra te lembrar que, odeio todos os erros que fazem parte de você. E ainda não aprendi a te odiar e a me virar sozinha. Só aprendi a me virar com você, porque o teu trabalho, no fundo, é esse. Me virar. Me tirar de mim, pra me por em você. Qual é, Stubb. Não dá pra esquecer ou deixar de lado certas coisas. Do tipo: não importa quantos erros a gente comete, a gente sempre se procura. E se procura porque não sabe não se procurar. Se procura porque tudo que faltava em mim, tu tem em você. E vice versa. E quando você diz que o dia só tá bom, porque ganhou um bom dia meu. Ou pior, quando tu entende meu silêncio. E reclama por não estar ouvindo minha voz “enjoada e chata”. Odeio essa coisa idiota que você tem de saber tudo sobre mim. E é tudo mesmo. Por scracho pra tocar no carro quando a gente não tá de boa, e ainda cantar baixinho “e agora vem dizer, morena…”. A gente podia se odiar, se não se gostasse tanto. Ainda sei fugir dos teus braços quando tu me envolve num abraço de urso, e me pede pra não sair dali de jeito nenhum. Você e suas metáforas, né. “É duro quando você não me responde, eu tenho que arrumar algo pra fazer, quando tu decide não ser mais minha rotina.” Ó, odeio quando tu usa teu bom uso das palavras. E quando eu me canso disso tudo, e te deixo sozinho por uma noite, e você diz que a lua só tá mais bonita porque sempre que eu te viro as costas, eu te deixo virar poeta. E você vive dizendo que queria saber usar as palavras tão bem como eu. Mas que você pensa demais em mim, e acaba saindo só coisa problemática e neurotica. Como eu. Sabe qual é, Stubb? Tu não quer alguém que escute seus esporros e fique calado, você quer a Sra. teimosia que não deixa nada pra depois. E eu não quero alguém que se satisfaça com qualquer coisa que eu fale. O que eu quero é aquilo que me desafia, me transborda e me deixa… Fora de mim. O que, no caso, é igual a… Você. A fórmula matemática é: desafio + idiotice (chatice dupla²) = Stubb. A gente vai ser sempre essa bagunça sem arrumação, ordem e organização. A gente vai ser sempre tudo que todo mundo diz que não é bom, e que é pra manter distância. O problema é que a gente sempre vai ser. Consecutivamente, a gente vai sempre existir. Mesmo com poréns, problemas matemáticos, oposição e intrigas. Isso é a gente, e a gente não abre mão. Ou até abre, mas depois se procura de novo. Porque problema assim, é difícil de encontrar. E é impossível de se resolver. Mas você é insistente, e eu sou teimosa. O que dá em… Os dois tentando sempre resolver o que não tem resultado, e só se atrapalhando mais. Mas taí, a gente é a nossa solução. O “porém” nisso tudo, é que nós dois somos problema. A gente não dá certo porque é a gente. Mas quem disse que nós dois conseguimos abrir mão dessa coisa errada? O que a gente sente não é errado, mas você bota pra fora gritando, e eu boto pra fora berrando. Esse texto é só pra mais um berro meu. Só pra dizer que você continua sendo a pessoa mais errada e idiota do mundo. Que você continua sendo o meu estrago. Mas é pra dizer também, que eu continuo sem saber abrir mão disso. E que, eu sei que a gente acaba se procurando no final das contas. É por isso que o nosso errado dá certo. Dá certo uma vez, pra depois dar errado de novo. Mas fazer o que, Stubb? Isso é a gente. E isso ninguém muda. Nem eu mudo, muito menos você. Porque a gente não tem coragem de dar certo. A gente não tem coragem de ser igual. Odeio ser o teu oposto, odeio que você seja o meu. Mas é pra esse oposto que a gente volta. Querendo ou não. A gente volta. Porque somos dois idiotas. Mas é claro que você é mais.
robin and stubb. (via esquematizar)
Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 1 764 notas | reblog this post
(originally tajmahhal / via esquematizar)
Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 245 640 notas | reblog this post
(originally llamaplz / via inconstituida)
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Aproveita e me sequestra.
— Charlie Brown Jr. (via disfarc-ei)
Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 138 notas | reblog this post
(originally disfarc-ei / via sendo-invisivel)
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Guarda um pedacinho do meu coração contigo.
Fica com ele como prova de amor.
Cazuza.    (via aprendizdepoeta)
Posted 19 Maio 2013, Há 2 horas | 11 977 notas | reblog this post
(originally exercendo / via aprendizdepoeta)
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Contarei, então, meu segredo: morro de medo. Medo do futuro, do que me espera, do que será de mim e meus desejos. Todos os dias tenho um pequeno ataque cardíaco de medo. Medo de não ser como imagino, de taparem meu sol com um muro de concreto, de acordar e ver que o tempo já pegou um avião e fugiu de meu alcance num estalo de dedos. Minhas mãos tremem de medo de não ser suficiente. De tornar-me um copo meio vazio. De ser normal. Sou esfaqueada pelo medo de me perder. Me perder na rua, me perder de foco, me perder de mim após pegar a via errada. Vivo passando pelo fogo cruzado do medo, que tenta matar minha coragem e vontade de ser. Morro de medo de não ser. Não ser aceita, não ser amiga, não ser boa, não ser confiável, não ser verdadeira, não ser eu. Sou sufocada de medo. Estremeço de pensar que posso desistir de lutar e perder a batalha. Que o temor me afogue. Morro de medo de morrer. De dormir e não acordar. De deixar de sonhar. De virar minha própria prisioneira e cortar minhas asas com medo de voar. De me trancar e jogar fora a chave do meu coração. Me enforco de medo de perder a esperança. De perder o jogo, o ar, a motivação. Me atiro de medo de tornar-me outra, de não me tornar nada. De não ser a mesma com todos, de continuar sempre a mesma. De ir embora, de ficar para sempre. De viver, de morrer. De ser esquecida, de ser toda hora lembrada. De perder, de ganhar todas as vezes. De ter muito, de não ter. Tenho um AVC de medo, que todos os dias tenta paralisar minha fala e meus sentidos. A todo momento tenta paralisar meus pés e meus sonhos. Um derrame que vive tentando me deixar em coma, estando viva sem viver.
rio-doce  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Posted 19 Maio 2013, Há 8 horas | 2 113 notas | reblog this post
(originally rio-doce / via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Posted 18 Maio 2013, Há 1 dia | 4 447 notas | reblog this post
(originally amarga-metade / via amarga-metade)
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E daí se ele não lutou por você? E daí se ele não te pediu pra ficar? E daí que ele te deixou partir, ir embora? E daí? O único que perdeu, foi ele e não você.
Lia Fontenele. (via revejo)
Posted 18 Maio 2013, Há 1 dia | 4 089 notas | reblog this post
(originally pr0ibida / via revejo)


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“Eu fico feliz com pequenos carinhos, não precisa me dar o mundo – só precisa ser meu mundo.” — Caio Augusto Leite